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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

E-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto. De acordo com um estudo realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, o principal motivo de acesso à Internet no Brasil é o e-mail [1]. Por isso, o e-mail marketing é bastante importante para as empresas no relacionamento com clientes.

E-mail Marketing e o SPAM

Diferentemente do spam (mensagens indesejadas), é essencial ao e-mail marketing o consentimento do cliente (também chamado opt-in), que pode ser explícito, quando ele mesmo opta por receber, ou implícito, caracterizado por uma relação evidente entre as partes.

Utilizações do E-mail Marketing

Seguindo esses princípios éticos, o e-mail marketing pode ser usado na oferta de produtos e serviços, na promoção de itens adicionais e de interesse específico, bem como em campanhas de fidelização, pesquisas de satisfação, cartões comemorativos e de aniversário.

Também é recomendado para envio de informativos periódicos, notícias, artigos e comunicados internos. Na organização de eventos, por exemplo, o marketing por e-mail pode ser aplicado para a distribuição de convites, confirmação de presença e agradecimento de participação.

Benefícios do E-mail Marketing

Nesse sentido, as empresas que adotam o e-mail marketing têm uma série de benefícios: proactividade —em vez de esperar o interesse do cliente, a empresa pode encontrá-lo; interatividade — o cliente interage imediatamente com a mensagem; segmentação — é possível direcionar a mensagem por sexo, faixa etária e cidade, por exemplo; personalização — a mensagem pode ser facilmente personalizada com informações do cliente; mensuração — o retorno da ação realizada é acompanhada em tempo real.

Diferenças entre Email Marketing e a Mala Direta

Em comparação com a mala direta, por exemplo, o e-mail marketing oferece grandes vantagens. A primeira delas é a velocidade. Enquanto que, pelo correio, a mensagem tradicional leva de três a cinco dias para ser entregue, utilizando-se a Internet, o cliente a recebe imediatamente.

Outra vantagem é a economia, pois a comunicação digital reduz custos de criação e envio, bem como elimina despesas de impressão e manuseio. Além disso, a praticidade também é uma vantagem, pois, no relacionamento por e-mail, é necessário ter apenas o nome e a caixa postal eletrônica do cliente. Já por mala direta impressa, são necessárias várias informações: rua, bairro, cidade, estado e CEP.

Mensuração

Nas ferramentas mais modernas de e-mail marketing é possível acompanhar o resultado das campanhas em tempo real (enquanto a campanha é enviada). Uma informação importante sobre disparos de e-mails é que devem ser realizados sempre pela mesma conta de e-mail, pois muitos sistemas hoje contam com autenticação de contas (ou filtros anti-spam) que exigem inserção de dados por seres humanos para garantir que não foram robos que enviaram a mensagem. (trocando-se a conta será necessária nova autenticação - retrabalho).


Sobre a Conectando Pessoas:
Somos uma agência de Comunicação e Marketing, especializada em web, com alma criativa e olhos no futuro. Com uma equipe talentosa, experiente e cheia de energia, trabalhamos intensamente para encontrar a melhor solução para a sua organização. E só paramos quando isso acontece. Afinal, nosso negócio é ajudar o seu!

Nossos Serviços:

Criação de Sites | Marketing Digital | Links Patrocinados | Otimização de Sites | Redes Sociais | Produção de Vídeos Agência de Publicidade

Conectando Pessoas - Criação de Sites em Brasília-DF e São Paulo-SP


O Que E Marketing Digital

Marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem utilizar por meio da internet, da telefonia celular e outros meios digitais, para assim divulgar e comercializar seus produtos, conquistando novos clientes e melhorando a sua rede de relacionamentos. Ele engloba a prática de promover produtos ou serviços pela utilização de canais de distribuição eletrônicos, para então chegar aos consumidores rapidamente de forma relevante, personalizada e com mais eficiência.

Esse tipo de marketing traduz-se em ações adaptadas aos meios digitais, de forma a obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing direto e, simultaneamente, potencializar os efeitos do marketing tradicional. Na sua operacionalização são, normalmente, utilizados canais, meios e ferramentas digitais.

Segundo Martha Carrer Cruz Gabriel, o termo "marketing digital" não existe. O que determinará o trajeto do marketing em si são as estratégias de uso de plataformas digitais ou tradicionais, sendo que a escolha por uma é definida no modo como as pessoas as utilizam.

Toda a construção de um plano de ação se inicia com uma visão, e, junto a ela, um objetivo a ser alcançado. A partir deste traço são definidos os meios a serem utilizados, para enfim atingir os resultados. O tratamento singular a cada cliente é o segredo para que a escolha de um plano de ação seja de fato apropriada, somente o conhecer de um cliente ou projeto em questão fará com que os esforços de mídia potencializem o trabalho de marketing, o tornando assim digital.

Um exemplo de sucesso é o Facebook que conquistou rapidamente o público e em pouco tempo ultrapassou os concorrentes. A chave foi a simplicidade, a rapidez de execução e a liberdade que o usuário tem ao manusear as suas funções. O uso da rede fez tanto sucesso, que as empresas passaram a investir na criação de um ambiente de comunicação com o cliente, permitindo que criassem uma página de negócios, as fan pages.

O e-marketing ou marketing eletrônico baseia-se na utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo de criação, comunicação e fornecimento de valor aos clientes e aos seus stakeholders (públicos-alvo), dados demográficos de pessoas que são mais propensas a mostrar interesse em um produto ou serviço.

 e na gestão das relações com os clientes, de modo a beneficiar a organização e os seus stakeholders (públicos-alvo). Público-alvo são os dados demográficos de pessoas que são mais propensos a mostrar interesse em seu produto ou serviço.

Com o marketing aplicado ao meio digital um novo consumidor surgiu: o consumidor 2.0. Este gênero de consumidor é um ser exigente, informado, atento, e que procura sempre registros que lhe possibilitem saber mais antes de sair do conforto de sua casa. A troca de ideias com outros consumidores também é natural.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

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Conectando Pessoas - Agência de Marketing Digital em Brasília-DF e São Paulo-SP

por Lemuel Silva

O varejo virtual tem crescido, nos últimos anos, a média superior de 50% ao ano e atraído milhares de novas lojas, desde os maiores players do varejo até microempresas dos mais longínquos rincões do nosso grande Brasil. Entretanto, estamos apenas no início, e para auxiliar as empresas interessadas em entrar no comércio eletrônico, sintetizamos em cinco passos, essa trilha.

Loja virtual – No Brasil, temos mais de 1 milhão de sítios das mais diversas naturezas. Uma parte significativa desses sítios são chamados institucionais, pois apresentam apenas informações da empresa e, em alguns casos, começam a divulgar produtos e mostrar o portfólio.

Entretanto, para que um sítio seja considerado uma loja virtual é necessário que o comprador consiga navegar pelas categorias de produtos e visualizar a descrição e fotos do produto, depois, adicioná-lo a um carrinho de compras – semelhante ao que ocorre em uma compra de supermercado. Além disso, o consumidor pode escolher a forma e a condição de pagamento e ter a garantia da entrega no local informado, por meio de um sistema de acompanhamento do pedido e entrega dos produtos. Essas são as características de uma loja virtual.

Para montar uma loja virtual existem diversos provedores de solução no mercado, dentre eles, os Correios. O CorreiosNet Shopping é uma solução de comércio eletrônico dos Correios para a realização de compra e venda de bens e serviços, próprios e de terceiros, na internet, totalmente integrada aos demais serviços de entrega SEDEX, e-SEDEX, PAC (entrega econômica), Exporta Fácil e as formas de pagamento da VisaNet, Redecard, Bradesco, Banco do Brasil, dentre outros.

A venda a distância é sempre uma relação de confiança entre o comprador e o vendedor, uma vez que o pagamento é efetuado já no primeiro instante e o produto, que não foi verificado pessoalmente será entregue posteriormente. Portanto, para fortalecer essa relação, as pequenas e médias empresas, que muitas vezes não possuem marcas fortes e presença física abrangente, podem contar com alguns selos virtuais de validação disponíveis na internet.

Existem, pelo menos, quatro selos de grande relevância que devem ser utilizados pelas lojas. O selo bitConsumidor do e-bit que é definido pelas avaliações dos consumidores das lojas; o selo Empresa Reconhecida BuscaPé, que avalia 27 critérios, fortalecendo a capacidade de atendimento da loja; o selo Entrega Garantida Correios, exclusivo para as empresas que utilizam os serviços de entrega dos Correios, fortalecendo a idoneidade dessas empresas e os selos CertSign e VeriSign que garantem a segurança dos dados trafegados.

Atendimento ao cliente – O atendimento ao cliente começa quando ele entra na loja. Nas lojas de varejo físico, temos sempre um vendedor ou um consultor de vendas a disposição para demonstrar e detalhar o produto, auxiliar na comparação e incentivar a compra. Na internet, esse trabalho fica por conta da interface da loja, da descrição e das imagens do produto. Eles são os únicos e verdadeiros vendedores virtuais.

A descrição do produto também deve conter detalhes técnicos, especificações técnicas, pois, no mínimo, estará auxiliando a decisão de compra. As imagens devem demonstrar o produto com todos os seus detalhes, deve conseguir substituir uma demonstração pessoal do produto.

Além de um bom texto e boas fotos de produtos, os consumidores ainda podem sentir-se inseguros para realizar uma compra ou após a realização da compra. Para minimizar essa insegurança, precisamos colocar a disposição do cliente o máximo de informações físicas, tangíveis, como telefone para contato, endereço da empresa e, até mesmo, o atendimento on-line, muito comum nas grandes lojas.

Outra fonte de insegurança é o pós-venda. Os clientes querem saber se poderão trocar ou devolver o produto e como poderão fazer isso, se necessário. Informações sobre a logística reversa é fundamental para aumentar a confiança do consumidor na loja.

Pagamento na internet – O varejo de bens de consumo na internet é predominantemente realizado pelas classes A e B. No entanto, no primeiro semestre de 2006, a participação da classe C foi a que mais cresceu no comércio eletrônico. Esse é o público de compradores com cartão de crédito no País.

Conforme dados do e-Bit, cerca de 70% das compras são realizadas com cartão de crédito e 13% com boleto bancário. Disponibilizar essas duas formas de pagamento é imprescindível para o início de uma operação de varejo na internet.

Além disso, cerca de 60% das compras são parceladas. O parcelamento no cartão de crédito tem impulsionado as vendas e está se tornando uma condição essencial na venda de produtos de maior valor agregado.

Serviços de entrega – Após a escolha e pagamento do produto, o lojista precisa entregar. No Brasil, o preço do frete é sempre calculado à parte e somado ao valor da compra. O princípio universal de uma entrega é que, quanto mais rápido for a entrega e mais longe o destino, maior será o valor do frete.

O cliente deveria escolher entre receber no dia seguinte por um valor X ou receber em quatro dias com um valor Y, menor que X. Por isso, as empresas de entrega, em geral, disponibilizaram aos clientes duas linhas de serviços de entrega, a expressa e a econômica. Além disso, para exportações, existem os serviços de entrega internacional.

A linha de produtos de entrega expressa dos Correios é composta pelo SEDEX e o e-SEDEX. O SEDEX possui tempo ótimo em uma cobertura nacional. Já o e-SEDEX é exclusivo para o comércio eletrônico e está limitado a 141 localidades, as principais cidades consumidores do comércio eletrônico.

O representante da linha econômica dos Correios é o produto PAC. Um serviço com prazo de entrega garantido, destinado às remessas com maior volume e com prazo dilatado. Ainda dos Correios, para exportação, a empresa disponibiliza os serviços Exporta Fácil e SEDEX Mundi, que utilizam a exportação simplificada e faz todo o trâmite alfandegário.

Além dos serviços de entrega, algumas ferramentas são fundamentais para a gestão de uma loja virtual:

» Cálculo automático do frete – Mostra aos clientes os preços e prazos das formas de pagamento.

» Rastreamento de objetos – Permite que os consumidores acompanhem onde se encontra o seu produto ao longo do percurso de entrega.

» Serviço de logística reversa – O direito de arrependimento previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor obriga aos varejistas on-line a permitir a troca ou devolução da mercadoria em até sete dias, após a entrega. Para isso, é fundamental o serviço de logística reversa. Os Correios disponibilizam uma solução que coleta o objeto na casa do consumidor ou permite que a loja emita uma autorização de postagem reversa para o consumidor trocar ou devolver o produto.

Promoção de vendas – Nos quatro passos anteriores, montamos toda a estrutura necessária à operação de comércio eletrônico. Agora, para vender basta anunciar. No varejo tradicional, os pontos comerciais, em que passam o maior fluxo de pessoas, são valiosos e concorridos. De forma semelhante, na internet, precisamos levar os produtos, as ofertas, para onde os usuários se encontram.

Cerca de 70% das compras envolvem algum processo de busca. Na internet, a informação é tanta que a única alternativa dos usuários é o uso da busca. Por isso, anunciar e utilizar as ferramentas dos sistemas de busca têm sido as melhores alternativas.

Existem dois tipos de sítios de busca: aberta, como o Google, Yahoo, Cadê, dentre outros e os sítios de busca de produtos e comparação de preços, como o BuscaPé, BondFaro, ShoppingUOL e Jacotei.

O modelo de propaganda é baseado em CPC (Custo Por Clique), ou seja, o lojista só pagará se houver um clique do usuário e, portanto, o redirecionamento do usuário para o site do lojista.

Nos sítios de busca aberta, o serviço é chamado de link patrocinado, ou seja, os lojistas “compram” as palavras-chaves buscadas, relacionando-as aos seus produtos e serviços. Por exemplo: ao fazer uma busca em sítios de busca aberta pela palavra “computador portátil”, terá no resultado os sítios de maior relevância associados a essa palavra e também aos links patrocinados.

Já no resultado da busca nos sítios de busca de produtos e comparação de preço são mostradas informações do produto buscado e a lista de lojas com os preços desse produto.

Em ambos os casos, os lojistas só pagam pelos cliques realizados. O valor é a partir de 10 centavos e o máximo é definido pelo mercado. Isso porque, quem paga mais, tem maior prioridade no resultado da busca.

Outro meio de grande resultado para o lojista é o marketing direto. Com o envio de mala-direta física aos novos clientes e aos atuais, o lojista reforça a marca e divulga as ofertas diretamente ao cliente, com expressivas taxas de retorno. As grandes lojas têm investido cada vez mais na divulgação e venda de produtos por catálogo físico.

Fonte: Revista Venda Mais

Lemuel Silva é gerente de comércio eletrônico da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, consultor e palestrante sobre comércio eletrônico para pequenas e médias empresas.

 

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Sem dinheiro para fazer catálogos promocionais, manter uma loja ou mesmo produzir em grande quantidade, algumas pequenas confecções encontraram nos fotologs uma forma de divulgar suas criações e se comunicar com seus clientes. Nesse tipo de site - um misto de blog com fotos - elas avisam sobre lançamentos e colocam imagens e descrições de seus produtos. De forma gratuita, alguns se cadastram em sites como Fotolog (www.fotolog.com), Blogspot (www.blogspot.com) e Flickr (www.flickr.com). Diferentemente do sistema de comércio eletrônico, a compra é feita por várias trocas de e-mail e isso, claro, não garante agilidade ao processo. "É uma alternativa para quem deseja começar, ainda que devagar, a vender pela internet", afirma Monayna Pinheiro, dona da Apego, loja de moda feminina. "Um ponto negativo é que as vendas podem demorar até 15 dias para se concretizar entre troca de e-mails, depósito, conferência da mercadoria e postagem." O pagamento das compras nos fotologs é feito por meio de depósito bancário e a entrega, por Sedex. Assim como nas lojas virtuais, o custo fica por conta do cliente. A maioria dos compradores tem entre 14 e 30 anos. "Eles são ávidos por novidades e se unem para efetuar uma compra."

Fonte: Revista: Pequenas Empresas Grandes Negócios - N. 231 - Abril 2008

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