Acompanhe Nosso Blog

Faça seu Orçamento


Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida

Seja nosso cliente

Sua mensagem está sendo enviada...

Trabalhe Conosco


Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida PDF ou DOC com o máximo de 4MB
Sua mensagem está sendo enviada...

Fornecedores


Informe seu nome
Informe seu telefone
Informe um e-mail
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Descreva sua Mensagem
Sua mensagem está sendo enviada...

por Lemuel Silva

O varejo virtual tem crescido, nos últimos anos, a média superior de 50% ao ano e atraído milhares de novas lojas, desde os maiores players do varejo até microempresas dos mais longínquos rincões do nosso grande Brasil. Entretanto, estamos apenas no início, e para auxiliar as empresas interessadas em entrar no comércio eletrônico, sintetizamos em cinco passos, essa trilha.

Loja virtual – No Brasil, temos mais de 1 milhão de sítios das mais diversas naturezas. Uma parte significativa desses sítios são chamados institucionais, pois apresentam apenas informações da empresa e, em alguns casos, começam a divulgar produtos e mostrar o portfólio.

Entretanto, para que um sítio seja considerado uma loja virtual é necessário que o comprador consiga navegar pelas categorias de produtos e visualizar a descrição e fotos do produto, depois, adicioná-lo a um carrinho de compras – semelhante ao que ocorre em uma compra de supermercado. Além disso, o consumidor pode escolher a forma e a condição de pagamento e ter a garantia da entrega no local informado, por meio de um sistema de acompanhamento do pedido e entrega dos produtos. Essas são as características de uma loja virtual.

Para montar uma loja virtual existem diversos provedores de solução no mercado, dentre eles, os Correios. O CorreiosNet Shopping é uma solução de comércio eletrônico dos Correios para a realização de compra e venda de bens e serviços, próprios e de terceiros, na internet, totalmente integrada aos demais serviços de entrega SEDEX, e-SEDEX, PAC (entrega econômica), Exporta Fácil e as formas de pagamento da VisaNet, Redecard, Bradesco, Banco do Brasil, dentre outros.

A venda a distância é sempre uma relação de confiança entre o comprador e o vendedor, uma vez que o pagamento é efetuado já no primeiro instante e o produto, que não foi verificado pessoalmente será entregue posteriormente. Portanto, para fortalecer essa relação, as pequenas e médias empresas, que muitas vezes não possuem marcas fortes e presença física abrangente, podem contar com alguns selos virtuais de validação disponíveis na internet.

Existem, pelo menos, quatro selos de grande relevância que devem ser utilizados pelas lojas. O selo bitConsumidor do e-bit que é definido pelas avaliações dos consumidores das lojas; o selo Empresa Reconhecida BuscaPé, que avalia 27 critérios, fortalecendo a capacidade de atendimento da loja; o selo Entrega Garantida Correios, exclusivo para as empresas que utilizam os serviços de entrega dos Correios, fortalecendo a idoneidade dessas empresas e os selos CertSign e VeriSign que garantem a segurança dos dados trafegados.

Atendimento ao cliente – O atendimento ao cliente começa quando ele entra na loja. Nas lojas de varejo físico, temos sempre um vendedor ou um consultor de vendas a disposição para demonstrar e detalhar o produto, auxiliar na comparação e incentivar a compra. Na internet, esse trabalho fica por conta da interface da loja, da descrição e das imagens do produto. Eles são os únicos e verdadeiros vendedores virtuais.

A descrição do produto também deve conter detalhes técnicos, especificações técnicas, pois, no mínimo, estará auxiliando a decisão de compra. As imagens devem demonstrar o produto com todos os seus detalhes, deve conseguir substituir uma demonstração pessoal do produto.

Além de um bom texto e boas fotos de produtos, os consumidores ainda podem sentir-se inseguros para realizar uma compra ou após a realização da compra. Para minimizar essa insegurança, precisamos colocar a disposição do cliente o máximo de informações físicas, tangíveis, como telefone para contato, endereço da empresa e, até mesmo, o atendimento on-line, muito comum nas grandes lojas.

Outra fonte de insegurança é o pós-venda. Os clientes querem saber se poderão trocar ou devolver o produto e como poderão fazer isso, se necessário. Informações sobre a logística reversa é fundamental para aumentar a confiança do consumidor na loja.

Pagamento na internet – O varejo de bens de consumo na internet é predominantemente realizado pelas classes A e B. No entanto, no primeiro semestre de 2006, a participação da classe C foi a que mais cresceu no comércio eletrônico. Esse é o público de compradores com cartão de crédito no País.

Conforme dados do e-Bit, cerca de 70% das compras são realizadas com cartão de crédito e 13% com boleto bancário. Disponibilizar essas duas formas de pagamento é imprescindível para o início de uma operação de varejo na internet.

Além disso, cerca de 60% das compras são parceladas. O parcelamento no cartão de crédito tem impulsionado as vendas e está se tornando uma condição essencial na venda de produtos de maior valor agregado.

Serviços de entrega – Após a escolha e pagamento do produto, o lojista precisa entregar. No Brasil, o preço do frete é sempre calculado à parte e somado ao valor da compra. O princípio universal de uma entrega é que, quanto mais rápido for a entrega e mais longe o destino, maior será o valor do frete.

O cliente deveria escolher entre receber no dia seguinte por um valor X ou receber em quatro dias com um valor Y, menor que X. Por isso, as empresas de entrega, em geral, disponibilizaram aos clientes duas linhas de serviços de entrega, a expressa e a econômica. Além disso, para exportações, existem os serviços de entrega internacional.

A linha de produtos de entrega expressa dos Correios é composta pelo SEDEX e o e-SEDEX. O SEDEX possui tempo ótimo em uma cobertura nacional. Já o e-SEDEX é exclusivo para o comércio eletrônico e está limitado a 141 localidades, as principais cidades consumidores do comércio eletrônico.

O representante da linha econômica dos Correios é o produto PAC. Um serviço com prazo de entrega garantido, destinado às remessas com maior volume e com prazo dilatado. Ainda dos Correios, para exportação, a empresa disponibiliza os serviços Exporta Fácil e SEDEX Mundi, que utilizam a exportação simplificada e faz todo o trâmite alfandegário.

Além dos serviços de entrega, algumas ferramentas são fundamentais para a gestão de uma loja virtual:

» Cálculo automático do frete – Mostra aos clientes os preços e prazos das formas de pagamento.

» Rastreamento de objetos – Permite que os consumidores acompanhem onde se encontra o seu produto ao longo do percurso de entrega.

» Serviço de logística reversa – O direito de arrependimento previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor obriga aos varejistas on-line a permitir a troca ou devolução da mercadoria em até sete dias, após a entrega. Para isso, é fundamental o serviço de logística reversa. Os Correios disponibilizam uma solução que coleta o objeto na casa do consumidor ou permite que a loja emita uma autorização de postagem reversa para o consumidor trocar ou devolver o produto.

Promoção de vendas – Nos quatro passos anteriores, montamos toda a estrutura necessária à operação de comércio eletrônico. Agora, para vender basta anunciar. No varejo tradicional, os pontos comerciais, em que passam o maior fluxo de pessoas, são valiosos e concorridos. De forma semelhante, na internet, precisamos levar os produtos, as ofertas, para onde os usuários se encontram.

Cerca de 70% das compras envolvem algum processo de busca. Na internet, a informação é tanta que a única alternativa dos usuários é o uso da busca. Por isso, anunciar e utilizar as ferramentas dos sistemas de busca têm sido as melhores alternativas.

Existem dois tipos de sítios de busca: aberta, como o Google, Yahoo, Cadê, dentre outros e os sítios de busca de produtos e comparação de preços, como o BuscaPé, BondFaro, ShoppingUOL e Jacotei.

O modelo de propaganda é baseado em CPC (Custo Por Clique), ou seja, o lojista só pagará se houver um clique do usuário e, portanto, o redirecionamento do usuário para o site do lojista.

Nos sítios de busca aberta, o serviço é chamado de link patrocinado, ou seja, os lojistas “compram” as palavras-chaves buscadas, relacionando-as aos seus produtos e serviços. Por exemplo: ao fazer uma busca em sítios de busca aberta pela palavra “computador portátil”, terá no resultado os sítios de maior relevância associados a essa palavra e também aos links patrocinados.

Já no resultado da busca nos sítios de busca de produtos e comparação de preço são mostradas informações do produto buscado e a lista de lojas com os preços desse produto.

Em ambos os casos, os lojistas só pagam pelos cliques realizados. O valor é a partir de 10 centavos e o máximo é definido pelo mercado. Isso porque, quem paga mais, tem maior prioridade no resultado da busca.

Outro meio de grande resultado para o lojista é o marketing direto. Com o envio de mala-direta física aos novos clientes e aos atuais, o lojista reforça a marca e divulga as ofertas diretamente ao cliente, com expressivas taxas de retorno. As grandes lojas têm investido cada vez mais na divulgação e venda de produtos por catálogo físico.

Fonte: Revista Venda Mais

Lemuel Silva é gerente de comércio eletrônico da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, consultor e palestrante sobre comércio eletrônico para pequenas e médias empresas.

 

Sobre a Conectando Pessoas:
Somos uma agência de Comunicação e Marketing, especializada em web, com alma criativa e olhos no futuro. Com uma equipe talentosa, experiente e cheia de energia, trabalhamos intensamente para encontrar a melhor solução para a sua organização. E só paramos quando isso acontece. Afinal, nosso negócio é ajudar o seu!

Nossos Serviços:

Criação de Sites | Marketing Digital | Links Patrocinados | Otimização de Sites | Redes Sociais | Produção de Vídeos Agência de Publicidade

Conectando Pessoas - Criação de Sites em Brasília-DF e São Paulo-SP

Sem dinheiro para fazer catálogos promocionais, manter uma loja ou mesmo produzir em grande quantidade, algumas pequenas confecções encontraram nos fotologs uma forma de divulgar suas criações e se comunicar com seus clientes. Nesse tipo de site - um misto de blog com fotos - elas avisam sobre lançamentos e colocam imagens e descrições de seus produtos. De forma gratuita, alguns se cadastram em sites como Fotolog (www.fotolog.com), Blogspot (www.blogspot.com) e Flickr (www.flickr.com). Diferentemente do sistema de comércio eletrônico, a compra é feita por várias trocas de e-mail e isso, claro, não garante agilidade ao processo. "É uma alternativa para quem deseja começar, ainda que devagar, a vender pela internet", afirma Monayna Pinheiro, dona da Apego, loja de moda feminina. "Um ponto negativo é que as vendas podem demorar até 15 dias para se concretizar entre troca de e-mails, depósito, conferência da mercadoria e postagem." O pagamento das compras nos fotologs é feito por meio de depósito bancário e a entrega, por Sedex. Assim como nas lojas virtuais, o custo fica por conta do cliente. A maioria dos compradores tem entre 14 e 30 anos. "Eles são ávidos por novidades e se unem para efetuar uma compra."

Fonte: Revista: Pequenas Empresas Grandes Negócios - N. 231 - Abril 2008

Entre em Contato

Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Sua mensagem está sendo enviada...

São Paulo

Av. Onze de Junho 1070
Salas 107/108 - Vila Clementino | CEP: 04041-004

(11) 3230-6768

Como Chegar

Brasília

SGAS 616 Centro Clínico Línea Vitta Bloco C
Sala 223 - Asa Sul | CEP 70200-760

(61) 3965-6766

Como Chegar